sábado, 15 de janeiro de 2011
Home theater 3D cria 'bolha sonora' na sala de televisão
GUILHERME TAGIAROLI||Do UOL Tecnologia
Em Berlim, Alemanha
HX900 tem estrutura triangular nos alto-falantes. LG diz que, assim, o som se espalha até o teto
Há desde sistemas complexos de home theater, com várias caixas de som que devem ser espalhadas pelo ambiente, a modelos mais simples, com apenas um módulo que simula a imersão do ouvinte. Os testes do UOL Tecnologia mostram que se tratam basicamente de home theaters (esse termo aparece inclusive nos nomes dos produtos) que foram melhorados, para aumentar a sensação de realidade vivida pelo telespectador.
Um exemplo de 3D simples é o equipamento Lenco SB-100, com o sistema Sonic Emotion 3D Sound. Trata-se de uma espécie de caixa de som em forma de barra, que pode ser instalada logo abaixo da televisão. Uma de suas vantagens é que, durante a instalação, não são necessários fazer ajustes de posicionamento de caixa, como o de alguns sistemas conjugados.
Em teste realizado no stand da Sonic Emotion, empresa que desenvolve chips de 3D para som, a reportagem do UOL Tecnologia constatou essa alternativa funciona bem e que, em pontos diferentes da sala montada na feira, a qualidade do som era a mesma -- apesar de o aparelho ser formado por apenas uma peça.
Outro aparelho que promete o mesmo tipo de efeito, de forma mais complexa, é o LG HX900 Real 3D Sound Home Theatre System. O HX900 é composto por quatro alto-falantes, que ficam nos quatro cantos da sala, e mais dois subwoofers.
Segundo o fabricante, o diferencial do alto-falante é que, graças a sua estrutura triangular na extremidade, o som se espalha até para o teto (veja a imagem no início desta reportagem). Dessa forma, é criado o efeito que eles chamam de “Dome Effect” (efeito cúpula, em tradução livre), que faz com que o usuário tenha uma experiência próxima à de um show.
A sul-coreana também disponibilizou o sistema para testes com a exibição de um show de Celine Dion e com o spoiler do filme “Fúria de titãs” (isso mesmo: durante a apresentação, aparece a última cena). No ambiente criado pela LG, o sistema funcionou bem. A impressão de estar presencialmente no show é real. Porém, resta saber se o usuário comum conseguirá atingir o mesmo nível de regulagem do sistema na sala de sua casa.
Outra empresa que no ramo de sistemas de som 3D foi a Philips. A companhia apresentou o Immersive Sound Home Theater with 360Sound. Apesar do nome grande, consiste apenas em um jogo de caixas de som, combinado com outros produtos da marca (como tocador Blu-Ray 3D). São quatro conjuntos de dois alto falantes, que ficam nas pontas da sala e um alto-falante lateral na região central, próximo à televisão. O preço estimado dele é 1.499 euros na Europa.
Sound Home Theater with 360Sound, da Philips, em um jogo de caixas de som, combinado com outros produtos da marca (tocador Blu-Ray 3D, por exemplo)
Toyota pesquisa novos materiais para tornar carros elétricos mais eficientes
Magnésio, alumínio e outros materiais são potenciais substitutos para o lítio das baterias
Até 2020 baterias terão o dobro da capacidade, segundo a montadora
A Toyota, maior fabricante de carros híbridos do mundo, anunciou que está desenvolvendo uma bateria de magnésio capaz de guardar o dobro da energia das atuais baterias de células de lítio-íon. Pretende ter a tecnologia implementada até 2020.
Enquanto isso, a empresa anunciou a pesquisa em outros materiais como o alumínio e o cálcio como potenciais bases para novas bateriais.
Mas a Toyota não está sozinha nessa briga.
A Nissan e a GM anunciaram no fim de 2010 o lançamento de veículos com baterias de lítio mais eficientes, com possibilidade de uso prolongado e maior autonomia. Para os próximos cinco anos, a Nissan pretende comercializar cerca de 500 mil unidades de veículos completamente movidos a bateria, tornando-se a maior no segmento de carros exclusivamente elétricos.
Em resumo, ainda pode demorar um pouco para vermos veículos totalmente elétricos cruzando longas distâncias nas nossas estradas, mas é bom ver que as montadoras não desistiram desse objetivo.
Fonte: Bloomberg
Cientista usa restos de bebida alcoólica para gerar material supercondutor
Restos de vinho, cerveja e saquê podem revolucionar os transportes e a geração de energia no futuro
Cerveja e vinho tinto foram os melhores catalisadores
A descoberta vem do Japão, onde o cientista Yoshihiko Takano – depois de uma festa de arromba – percebeu que um composto de Ferro e Telúrio (FeTeo.8So.2), quando mergulhado em restos de bebida da noite anterior, aumentava suas capacidades de supercondutividade (só não perguntem como ele chegou a essa conclusão depois de uma festa de arromba).
As bebidas usadas no teste do Dr. Takano foram: cerveja, vinho branco, vinho vermelho, saquê, shochu (um destilado local) e uísque. Na escala de supercondutividade, o vinho vermelho levou a melhor sendo quase quatro vezes mais eficiente do que testes feitos com mistura de etanol e água. Especula-se que isso tenha a ver com a capacidade de oxidação da bebida.
O grande problema com os supercondutores é que até hoje eles só funcionavam com temperaturas muito baixas, próximas do zero absoluto. A novidade aqui é a descoberta de materiais que conseguem atuar como supercondutores à temperatura ambiente permitindo sua aplicação de maneira mais prática, descontada a ressaca.
Fontes: Engadget / Physorg
Microsoft vende 1,9 mi de unidades do Xbox 360 no Natal
Valor é recorde. Console pode faltar nas lojas entre janeiro e fevereiro
Apesar dos bons resultados, a companhia ficou atrás da rival Nintendo na corrida pelas vendas no mês. A fabricante japonesa vendeu cerca de 2,23 milhões de unidades do seu console Wii. A Sony, com o Playstation 3 e seu controle Move, ficou no terceiro lugar. No mês do Natal, foram comercializadas 1,2 milhão unidades do sistema, segundo dados da empresa de pesquisa de varejo NPD Group.
A Microsoft afirmou que a alta demanda pelo Xbox 360 e pelo Kinect levou à falta do produto nas lojas durante o período de Festas, forçando a empresa a antecipar entregas de janeiro e fevereiro. Em consequência, a companhia prevê falta do console e do controle de movimentos nos próximos dois meses.
Na semana passada, a companhia informou ter vendido mais de 8 milhões de unidades do Kinect entre novembro e dezembro, superando a meta de 5 milhões de dispositivos.
(Com agência Reuters)
IBM promove disputa de homem contra máquina na TV dos EUA 14 de janeiro de 2011 • 10h56 • atualizado às 13h59
Foto: Zumo Notícias
Mais uma disputa homem contra máquina chega ao horário nobre da TV: nos Estados Unidos, o supercomputador Watson, da IBM, vai competir com dois supercampeões do programa de perguntas e respostas "Jeopardy!", com duas partidas por dia a partir do dia 14 de fevereiro.
O prêmio principal da competição de "Jeopardy!" é de US$ 1 milhão, seguido por US$ 300 mil para o segundo colocado e US$ 200 mil para o terceiro. Watson, batizado por conta do fundador da IBM Thomas J. Watson, é um sistema computacional criado para competir com a capacidade humana de responder com velocidade, confiança e certeza "questões feitas com linguagem natural". Ele também é uma demonstração de que a IBM, que chega aos 100 anos em 2011, deseja se manter na vanguarda da tecnologia, ainda que companhias como Google e Apple se tenham tornado as líderes do setor em termos de popularidade.
A IBM diz que o formato do "Jeopardy!" - que envolve perguntas sobre cultura pop, literatura, ciências, esportes, geografia e temas gerais - "fornece o desafio definitivo, já que as pistas do jogo envolvem analisar ironia, conteúdo sutil, charadas e outras complexidades de linguagem que os humanos dominam e os computadores tradicionalmente não".
A IBM disse à agência Reuters que a capacidade de compreender a linguagem humana faz do Watson uma máquina muito mais desenvolvida que o Deep Blue, o supercomputador da empresa que derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov em uma série de partidas em 1997.
Watson respondeu corretamente questões sobre Agatha Christie e a cidade de Jericó. A máquina venceu a primeira parte do teste, ganhando US$ 4,4 mil. Independente da sua colocação, a IBM vai doar 100% dos prêmios recebidos por Watson. Os concorrentes do supercomputador são Ken Jennings, que já venceu 74 partidas seguidas de "Jeopardy!" entre 2004 e 2005 e faturou mais de US$ 2,5 milhões, e Brad Rutter, o maior vencedor de prêmios do game na história (mais de US$ 3,2 milhões) em diversos anos de competição. Rutter e Jennings vão doar 50% dos seus prêmios para instituições de caridade.
Com informações das agências Reuters e Zumo Notícias.
O prêmio principal da competição de "Jeopardy!" é de US$ 1 milhão, seguido por US$ 300 mil para o segundo colocado e US$ 200 mil para o terceiro. Watson, batizado por conta do fundador da IBM Thomas J. Watson, é um sistema computacional criado para competir com a capacidade humana de responder com velocidade, confiança e certeza "questões feitas com linguagem natural". Ele também é uma demonstração de que a IBM, que chega aos 100 anos em 2011, deseja se manter na vanguarda da tecnologia, ainda que companhias como Google e Apple se tenham tornado as líderes do setor em termos de popularidade.
A IBM diz que o formato do "Jeopardy!" - que envolve perguntas sobre cultura pop, literatura, ciências, esportes, geografia e temas gerais - "fornece o desafio definitivo, já que as pistas do jogo envolvem analisar ironia, conteúdo sutil, charadas e outras complexidades de linguagem que os humanos dominam e os computadores tradicionalmente não".
A IBM disse à agência Reuters que a capacidade de compreender a linguagem humana faz do Watson uma máquina muito mais desenvolvida que o Deep Blue, o supercomputador da empresa que derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov em uma série de partidas em 1997.
Watson respondeu corretamente questões sobre Agatha Christie e a cidade de Jericó. A máquina venceu a primeira parte do teste, ganhando US$ 4,4 mil. Independente da sua colocação, a IBM vai doar 100% dos prêmios recebidos por Watson. Os concorrentes do supercomputador são Ken Jennings, que já venceu 74 partidas seguidas de "Jeopardy!" entre 2004 e 2005 e faturou mais de US$ 2,5 milhões, e Brad Rutter, o maior vencedor de prêmios do game na história (mais de US$ 3,2 milhões) em diversos anos de competição. Rutter e Jennings vão doar 50% dos seus prêmios para instituições de caridade.
Com informações das agências Reuters e Zumo Notícias.
Nasa escolhe aviões do futuro que voarão em 2025 14 de janeiro de 2011 • 15h21 • atualizado às 15h41
Foto: Nasa/Reprodução
Ao final de 2010, a Nasa escolheu três empresas para construir o projeto de aviões que voariam em 2025: Lockheed Martin, Northrop Grumman e a Boeing.
Embora os projetos sejam diferentes entre si, todos deveriam englobar objetivos da Nasa, entre eles, ter menos barulho, utilizar tecnologias mais limpas e consumir menos combustível. A nave também teria de ser capaz de operar de forma segura dentro de um sistema de gerenciamento do tráfego aéreo mais moderno.
Outras especificações eram voar a mais de 85% da velocidade do som (cerca de 1224 km/h) cobrir uma distância de aproximadamente 11 mil km e carregar de cerca de 23 a 45 mil kg.
As tecnologias necessárias para atender ao pedido da Nasa deverão ser apresentadas até o final de 2011.
Embora os projetos sejam diferentes entre si, todos deveriam englobar objetivos da Nasa, entre eles, ter menos barulho, utilizar tecnologias mais limpas e consumir menos combustível. A nave também teria de ser capaz de operar de forma segura dentro de um sistema de gerenciamento do tráfego aéreo mais moderno.
Outras especificações eram voar a mais de 85% da velocidade do som (cerca de 1224 km/h) cobrir uma distância de aproximadamente 11 mil km e carregar de cerca de 23 a 45 mil kg.
As tecnologias necessárias para atender ao pedido da Nasa deverão ser apresentadas até o final de 2011.
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